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sábado, 7 de maio de 2011

Literatura de Cordel





No dia 26 de maio teremos a honra de receber  Josué Gonçalves de Araújo, cordelista da Editora Luzeiro que fará palestra sobre o pioneirismo e métrica do cordel. E Cleusa Santo,cordelista da Editora Luzeiro,dramaturga,contadora de história, que atualmente participa no grupo Conta Gotinha que falará sobre o uso do cordel em outras modalidades: recital, teatro, música, cinema e dança.



6 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Estou aguardando ansiosa por esse momento. Enquanto isso, que tal a leitura deste texto de cordel?

    Mote:De tudo que no mundo tem , vira mote pra cordel.
    De tudo que no mundo tem
    Vira mote pra cordel,



    Dos bate-bocas da política, A
    Aos novos projetos de leis, B
    Das teorias e metafísicas, A
    Ao pré-conceito aos gays, B
    Das trapalhadas do Enem, C
    Aos santos lá do céu, D
    De tudo que no mundo tem, C
    Vira mote pra cordel, D


    Das histórias de amor,
    Das brincadeiras de criança,
    Dos crimes e do terror,
    Da falta de segurança,
    Do infortúnio de alguém,
    Da sorte do menestrel,
    De tudo que no mundo tem
    Vira mote pra cordel,


    Das calamidades naturais,
    Aos acidentes de carro,
    Dos afazeres profissionais,
    Aos bonecos de barro,
    De tudo que na vida vem,
    Daquilo que se faz no motel,
    De tudo que no mundo tem
    Vira mote pra cordel,

    De morte de terrorista,
    Ao casamento da princesa,
    Do convercê do taxista,
    E tudo que se põe na mesa,
    Das curas que do mato vêm,
    Dos xaropes doces de mel,
    De tudo que no mundo tem
    Vira mote pra cordel,



    Deixo o mote em aberto,
    Pra quem tiver mais pra dizer,
    Se for Doutor ou arquiteto,
    Continuar pode ser,
    Se não puder, tudo bem,
    Se for padre ou coronel,
    De tudo que no mundo tem
    Vira mote pra cordel,


    Autor: MCantarelli
    Publicado no Recanto das Letras em 12/05/2011
    Código do texto: T29665

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  3. Se o burrinho não se cansar eu chegarei ai no dia marcado.
    Me aguardem!

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  4. O livreto no barbante
    É cordel literatura,
    A poesia popular,
    Feito na métrica pura,
    Cada verso é rimado,
    Ritmado e musicado,
    Cantando a nossa cultura.

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  5. Tornei-me então um poeta
    Um poeta cordelista.
    Nada a ver com repentista!
    Não sou improvisador
    E também não sou cantor.
    Eu primo pela excelência
    Sob a forte influência
    Dos livretos de cordel,
    Essas folhas de papel
    Que tem toda uma ciência.

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  6. Receberemos com prazer o poeta cordelista.
    Seja repente, seja cordel, ambos tem o seu valor
    A beleza da cultura popular.

    Abraços.

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